Atividade de Português
Elisângela P. de Souza
Analise do Texto, O rádio via internet de Heródoto Barbeiro , Volume 3, 8º ano.
- Qual é o gênero? Artigo de opinião.
- A quem se destina? A profissionais do rádio e internet. E também a leitores em geral.
- Onde é veiculado? Revista, jornais e internet.
- Qual o objetivo ? Mostra o avanço do rádio.
- Qual o tema? Rádio na era tecnológica.
- O que eu já sei sobre o tema? O rádio como meio de comunicação é essencial para a sociedade, pois trás informações exatas e eficazes. E também nos diverte trazendo diversos de entretenimento, assim como , música , fofoca , piadas e outros.
- Quais são as idéias principais? Proporcionar aos ouvintes novas formas de interação.
-Com que argumentos as idéias são defendidas? Mostrar que assim como qualquer outro meio de comunicação o rádio também se revolucionou.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Módulo V - Atividade grupos I,II,III
Narizinho
Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos na ponta do nariz, segue seu caminho pensando:
– Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto...
Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas – Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos dizem. Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos.
Na casa ainda existem duas pessoas – Tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso Narizinho gosta muito dela.
Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. [...] Todas as tardes Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d’água. [...] Nesse divertimento leva muitas horas, até que tia Nastácia apareça no portão e grite:
– Narizinho, vovó está chamando!...
(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 14. reimpr. São Paulo: Brasiliense, 2003. p. 7.)
Grupo I
01. Para introduzir a fala da personagem Tia Nastácia, o narrador utilizou:
(A) ponto de exclamação.
(B) travessão.
(C) reticências.
(D) vírgula.
Descritor: Alternativa B Reconhecer os recursos empregados para assinalar a transcrição da fala da personagem.
Grupo II
02. No fragmento “Apesar disso Narizinho gosta muito dela”, a palavra sublinhada refere a:
(A) Dona Benta.
(B) Emília.
(C) Lúcia.
(D) Tia Nastácia.
Descritor: Alternativa B Associar um termo ou expressão a seu referente no texto
Grupo III
04. Ao ver Dona Benta, as pessoas que passam estão imaginando que a velhice é
(A) felicidade e preocupação.
(B) pobreza e fragilidade.
(C) solidão e abandono.
(D) participação e solidariedade.
Descritor: Alternativa C Inferir, a partir de elementos presentes no texto, situações de ambigüidade, ironia, pressuposições ou valores implícitos, que decorram do ponto de vista do autor, do narrador ou do eu-lírico.
Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos na ponta do nariz, segue seu caminho pensando:
– Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto...
Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas – Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos dizem. Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos.
Na casa ainda existem duas pessoas – Tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso Narizinho gosta muito dela.
Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. [...] Todas as tardes Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d’água. [...] Nesse divertimento leva muitas horas, até que tia Nastácia apareça no portão e grite:
– Narizinho, vovó está chamando!...
(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 14. reimpr. São Paulo: Brasiliense, 2003. p. 7.)
Grupo I
01. Para introduzir a fala da personagem Tia Nastácia, o narrador utilizou:
(A) ponto de exclamação.
(B) travessão.
(C) reticências.
(D) vírgula.
Descritor: Alternativa B Reconhecer os recursos empregados para assinalar a transcrição da fala da personagem.
Grupo II
02. No fragmento “Apesar disso Narizinho gosta muito dela”, a palavra sublinhada refere a:
(A) Dona Benta.
(B) Emília.
(C) Lúcia.
(D) Tia Nastácia.
Descritor: Alternativa B Associar um termo ou expressão a seu referente no texto
Grupo III
04. Ao ver Dona Benta, as pessoas que passam estão imaginando que a velhice é
(A) felicidade e preocupação.
(B) pobreza e fragilidade.
(C) solidão e abandono.
(D) participação e solidariedade.
Descritor: Alternativa C Inferir, a partir de elementos presentes no texto, situações de ambigüidade, ironia, pressuposições ou valores implícitos, que decorram do ponto de vista do autor, do narrador ou do eu-lírico.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Relatório - Atividade III - SARESP
Dada a atividade numa turma de 30 alunos, apenas dois erraram a alternativa correta (C), trocando-a pela alternativa (D), confundindo o tema geral da narrativa pelas atividades cotidianas de uma criança. Ou seja, trocaram o todo pelos detalhes, não levando em consideração a leitura mais detalhada.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
EMEF OSWALDO GRANDIZOLI
PORTUGUÊS: Elisângela P. de Souza
MÓDULO III – SARESP – GRUPO I
A Boneca Guilhermina
Esta é a minha boneca, a Guilhermina. Ela é uma boneca muito bonita, que faz xixi e cocô. Ela é boazinha também. Faz tudo o que eu mando. Na hora de dormir, reclama um pouco. Mas depois que pega no sono, dorme a noite inteira! Às vezes ela acorda no meio da noite e diz que está com sede. Daí eu dou água para ela. Daí ela faz xixi e eu troco a fralda dela. Então eu ponho a Guilhermina dentro do armário, de castigo. Mas quando ela chora, eu não agüento. Eu vou até lá e pego a minha boneca no colo. A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua.
MUILAERT, A. A boneca Guilhermina. In: _ as reportagens de Penélope. São Paulo: Companhia das letrinhas, 1997. P. 17. Coleção Castelo Rá-Tim-Bum-vol. 8.
O texto trata, PRINCIPALMENTE:
(A) Das aventuras de uma menina.
(B) Das brincadeiras de uma boneca.
(C) De uma boneca muito especial.
(D) Do dia-a-dia de uma menina.
Descritor: Identificar o tema de um texto.
PORTUGUÊS: Elisângela P. de Souza
MÓDULO III – SARESP – GRUPO I
A Boneca Guilhermina
Esta é a minha boneca, a Guilhermina. Ela é uma boneca muito bonita, que faz xixi e cocô. Ela é boazinha também. Faz tudo o que eu mando. Na hora de dormir, reclama um pouco. Mas depois que pega no sono, dorme a noite inteira! Às vezes ela acorda no meio da noite e diz que está com sede. Daí eu dou água para ela. Daí ela faz xixi e eu troco a fralda dela. Então eu ponho a Guilhermina dentro do armário, de castigo. Mas quando ela chora, eu não agüento. Eu vou até lá e pego a minha boneca no colo. A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua.
MUILAERT, A. A boneca Guilhermina. In: _ as reportagens de Penélope. São Paulo: Companhia das letrinhas, 1997. P. 17. Coleção Castelo Rá-Tim-Bum-vol. 8.
O texto trata, PRINCIPALMENTE:
(A) Das aventuras de uma menina.
(B) Das brincadeiras de uma boneca.
(C) De uma boneca muito especial.
(D) Do dia-a-dia de uma menina.
Descritor: Identificar o tema de um texto.
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