segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Conclusão do Curso

O curso encerrou-se no dia 8 de dezembro de 2011com a presença célebre do professor Dr. Cipriano Carlos Luckesi que ministrou sobre Avaliação da Aprendizagem não somente para os cursistas, mas para todos os professores da rede de ensino do munícipio. Com grande alegria, no dia 12 a secretaria de educação junto aos formadores e colaboradores da Oficina Pedagógica parabenizaram os cursistas pela conclusão do curso entregando o certificado de 120 horas. Na cerimônia a secretaria senhora Rosalina Yosko Kawamoto Honorato discursou ressaltando a importância de repensar e refletir como “estamos” avaliando os nossos alunos e principalmente compreender que é necessário ter amor e paixão pela educação, porque sem estes não se consegue nada. Expressaram-se também, além das formadoras Maria das Dores Paiva e Adriane Ávila Nogueira,  a diretora cursista Grabriela Marcondes e a cursista Adriana Nogueira representando os demais cursistas com palavras brilhantes e motivadoras não somente para os próprios colegas, mas para a equipe formadora.

Parabéns Professores Cursistas!


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Modulo III - Atividade III b

EMEF Vereador Joaquim Viscaino Filho
Professora Maricelia Araujo Beltrão Mendonça
Disciplina de Educação Física
Môdulo 03 - Saresp – Grupo 1

Relato do encaminhamento da atividade

A atividade foi aplicada nas turmas de 5ª e 6ª séries. Sendo a resposta correta, b) nas escolinhas de futebol a mais escolhida (24 alunos); a d) nos campos de Várzea, 10 alunos; a) nos campos de futebol, na qual achei que seria o maior destrato, por acreditar que os alunos não leriam o texto e responderiam está alternativa somente 5 alunos opinaram por ela e por fim somente uma aluna opinou pela questão c) faculdades.
A maior dificuldade encontrada entre os alunos para a realização da tarefa, foi realmente realizar a leitura, pediam que eu o fizesse por eles, contudo os orientei que não poderia e que está era a intenção da tarefa que eles lesem o texto e identificassem a resposta. No entanto, acredito que a maioria que opinou pela questão, d) nos campos de várzea e porque leram somente o inicio da questão ou talvez não conseguisse interpretar o texto.

Módulo V - Saresp G1, G2 e G3

EMEF Vereador Joaquim Viscaino Filho
Professora Maricelia Araujo Beltrão Mendonça
Disciplina de Educação Física
Môdulo 5

Atividade adaptada do Livro Integrado de Educação Física de 5ª a 8ª série p 33.

As lutas

As lutas, como um elemento da cultura corporal, reúnem um conjunto de conteúdos e oportunidades que contribuem para o desenvolvimento humano, com sua natureza histórica e seu rico acervo cultural que traz dos povos de origem. Sendo ela originárias das formas primitivas de defesa e evoluídas historicamente, as várias lutas representam uma das mais expressivas manifestações da cultura do movimento.
Ao contrário das lutas, que envolvem elementos de competição e regras a serem seguidas, as artes marciais possuem direções filosóficas e são praticadas, principalmente, como esporte, método de autodefesa, exercício de condicionamento físico e desenvolvimento espiritual. Assim, toda arte marcial é uma luta, mas nem toda luta é uma arte marcial.
Responda a seguir as questões com base no texto.

G1
As lutas são originárias:
a) do ocidente
b) das academias
c) das formas primitivas de defesa
d) da cultura do movimento

Descritor/ habilidade: Identificar no texto a resposta.
Resposta correta (c).

G2
“Toda arte marcial é uma luta, mas nem toda luta é uma arte marcial”. Assinale a alternativa que melhor expressa essa afirmação.

a) As artes marciais envolvem elementos de competição e regras.
b) As lutas não possuem direções filosóficas.
c) Tanto as lutas quanto as artes marciais são métodos de autodefesa.
d) Tanto as lutas quanto as artes marciais são praticadas como esporte.

Descritor/ habilidade: Interpretar no texto a resposta.
Resposta correta (b).

G3
Assinale a tabela correta.

a)
Lutas orientais Lutas ocidentais
Judo Boxe
Aiquidô Capoeira
Jet-Kure-do Esgrima
Caratê Luta livre
Kendo Kich boxe
Kung fu Greco-romana
Tai-chi-chuan Jiu-jitsu
Tae-kwon-do

b)
Lutas orientais Lutas ocidentais
Judo Boxe
Aiquidô Caratê
Jet-Kure-do Esgrima
Capoeira Luta livre
Kendo Kich boxe
Kung fu Greco-romana
Tai-chi-chuan Jiu-jitsu
Tae-kwon-do

c)
Lutas orientais Lutas ocidentais
Luta livre Boxe
Aiquidô Capoeira
Jet-Kure-do Esgrima
Caratê Judo
Jiu-jitsu Kich boxe
Kung fu Greco-romana
Tai-chi-chuan Kendo
Tae-kwon-do

d)
Lutas orientais Lutas ocidentais
Judo Boxe
Esgrima Capoeira
Jet-Kure-do Aiquidô
Caratê Luta livre
Kendo Kich boxe
Kung fu Greco-romana
Tai-chi-chuan Jiu-jitsu
Tae-kwon-do

Descritor/ habilidade: Compreender e analisar.
Resposta correta (a).

Postado por Maricelia Mendonça

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Módulo V- Saresp (grupo 3)

Profª de Ciências Carolina Formis
EMEF Vereador Viscaino Filho
Módulo V – Saresp (grupo 3)

Atividade Avaliativa de Ciências - 6 ° Série

Leia o texto abaixo e
responda as questões de 1 a 3:
Retirado do
livro Ciências Integradas- pg 41- 7° ano- 6°edição

1)Quais os dois invertebrados citados na notícia acima?
2)As “queimaduras” citadas são lesões na pele causadas pelos
tentáculos dos animais citados.Como esses tentáculos podem causar lesões?
3) Explique por que “mudança de vento, correntezas e
tempestades marítimas podem ter sido as razões para o aumento da incidência de
casos de lesões em banhistas.

Módulo 3- Saresp grupo 1-Carolina Formis

Carolina Formis -Profª Ciências -EMEF Vereador Viscaíno Filho

Descritor: Compreender

1. Você aprendeu que a atmosfera é a camada que protege a
Terra contra os raios solares. Esses raios podem causar câncer, pois os raios
ultravioletas conseguem penetrar em nossa pele. Sabendo disso,assinale a opção
correta:

a)a camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta;
b)o gás carbônico e o gás oxigênio fazem muito mal a nossa saúde,assim como os raios ultravioleta (UV);
c)o nitrogênio desequilibra nossa atmosfera fazendo mal a nossa saúde;
d)o gás nitrogênio é absorvido por vírus e causa muitas doenças,assim como os raios solares;


Módulo III – Saresp (grupo I)

Descritor: Compreender
Nessa avaliação a prioridade foi trabalhar a compreensão do texto e sua articulação
com as questões subseqüentes e os temas já abordados anteriormente em sala de
aula.
Na questão 1, foi levantado um pré-conceito na frase para auxiliar o aluno na
compreensão da questão;muitos alunos optaram pelas alternativas C e D, mesmo
tendo lido no texto da página anterior que o nitrogênio é extremamente benéfico
para nossa sobrevivência, um dos gases mais abundantes no nosso planeta e é
absorvido pelas bactérias.
A forma que encontrei de levar os alunos a interpretar o distrator, foi através
da leitura em grupos e explicação oral explicativa das questões propostas na
avaliação.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

AT3, M3



Ariane da Mota/ Professora de Língua Portuguesa
EMEF "Do Bairro dos Pinheiros".


Relatório referente à aplicação da atividade solicitada como tarefa do módulo 3 (parte I)

O descritor para a atividade esperava que o aluno tivesse competência linguística para estabelecer a correspondência de sentidos entre o segmento verbal e o não-verbal do anúncio publicitário disponibilizado, entendendo a sua importância na função social do gênero. A imagem trazia um rinoceronte que figurava como a base do automóvel foco do anúncio, o qual estava posicionado acima do animal estendido por cabos, de modo que a fotografia sugeria que o rinoceronte era parte do veículo, ratificando, sua base. Ao lado, um curto segmento verbal expunha a nova tecnologia trazida pelo carro: “Com o sistema AWC-R o Mitsubishi Pajero Full decide por si próprio como estabilizar, frear e corrigir a trajetória. Mitsubishi Pajero Full 2099 com AWC-R. É mais que tecnologia é instinto”. A questão pedia que os alunos estabelecessem particularmente as conexões semânticas entre este último período e a imagem.
Solicitei que a resolvessem em duplas e que respondessem de maneira oral. Com isso, esperava explorar as demais habilidades do grupo um, além das cognitivas: as de naturezas afetiva e social.
A correção da atividade assim se desenvolveu: pus o anúncio na lousa digital e pedi que cada dupla se manifestasse. A cada exposição oral eu questionava se as demais duplas concordavam ou descordavam e por quê. O aproveitamento dessa estratégia foi muito bom, uma vez que cada dupla, por intermédio das minhas interpelações diante das exposições das demais, teve a possibilidade de rever e reconstruir suas respostas ou mesmo mantê-las e reafirmá-las.
Foram possíveis ser distinguidas três respostas predominantes, aqui traduzidas por mim na modalidade escrita: 1) A imagem demonstrava através da figura do rinoceronte que o carro era forte e resistente, daí a sedução do “leitor-consumidor” (esta resposta circunda as informações visuais mais óbvias, não sendo a mais completa ou a correta, contudo); 2) O veículo apresenta em sua nova tecnologia de freios um instinto próprio de defesa e reação, tal qual o do animal e ainda demonstra uma base forte, um volume imponente também como o do rinoceronte. A semelhança entre os dois elementos ainda seria assinalada pela mesma coloração que apresentam na figura. Essa construção de sentidos é o que faria a mensagem do anúncio seduzir o “leitor-consumidor” (resposta correta e esperada); 3) Que o animal estava extinto e que o carro também era raro como aquele (resposta fora da interpretação sugerida pelo anúncio e que demonstra uma confusão de ordem ortográfica e semântica entre os vocábulos instinto e extinto, mas acabou gerando um bom e divertido momento de reflexão na turma diante do que é possível ou não inferir a partir de um texto, além do esclarecimento da própria questão ortográfica).
Das dez duplas formadas, cinco responderam a primeira resposta, quatro responderam a segunda e correta resposta e uma dupla apenas respondeu a terceira resposta. O quadro demonstra que a maioria da turma não atendeu ao descritor proposto. Porém, tem-se um balanço de saldo positivo, pois um número significativo de duplas acertou a questão, um número considerável de alunos, embora não tenham acertado, não fugiram completamente os sentidos construídos pelo texto e apenas um número irrisório de alunos se afastou completamente da interpretação prevista, o que não se configura como um resultado ruim. Isso demonstra que se trabalhando como reconhecer as mensagens centrais na construção dos textos de maneira mais intensa o quadro de erros facilmente é revertido. Refletindo-se sobre a aplicação da atividade de maneira mais geral, de fato, foi possível trabalhar e avaliar algumas das habilidades cognitivas, afetivas e sociais da turma e atestar um ganho tanto para a formação dos alunos, quanto para a minha própria prática pedagógica, que agora se mantém muito mais atenta quanto à questão de avaliar os alunos em função dos descritores previamente propostos, revertendo as possíveis fugas dos alunos a estes também em formas de construção de um aprendizado profícuo.

AT2, M2


Ariane da Mota/ Professora de Língua Portuguesa

EMEF "Do Bairro dos Pinheiros".



Selecionei para estudo a “Estação de leitura” localizada nas páginas 13 e 14 do terceiro volume do Livro integrado de Língua portuguesa da quinta série (6º ano). A atividade, que pertence à área de língua e linguagem, consiste na leitura e interpretação do texto “A coruja e a águia”, uma fábula cuja autoria é remetida no material a Monteiro Lobato.
Enquanto gênero, pode-se dizer que a fábula, por seu caráter moralizante, interessa ao público leitor em geral. Contudo, essa função didática que assume tem nos últimos séculos sido dirigida primordialmente ao público infantil, de modo que é comum sua veiculação nos materiais didáticos da educação básica, como é o caso da presente atividade em análise. Ligia Cademartori, em “O que é literatura infantil” (2006), apresenta um parecer crítico bastante contundente, a meu ver, sobre os objetivos-funções da fábula. Na visão da autora, o gênero teria sua qualidade estética enquanto arte literária sobrepujada pela sua função predominantemente pedagógica, a qual assinala ela, utilizando-se dos termos bakhtinianos, ser de um notável e improdutivo autoritarismo monológico.
Na leitura da fábula, destaca Cademartori, não há produção criativa de sentidos; os pequenos leitores não se deparam com a multiplicidade de vozes típica do texto literário. O que há é apenas a “decodificação” de uma moral (uma única voz) que precisa ser “meramente assimilada” pela criança; esta, na sua concepção, sendo encarada tradicional e redutivamente dentro do gênero fábula, e também na sociedade ocidental em geral, como um ser de intelectualidade inferior aos adultos e que, portanto, necessita transitar da pura ignorância e ingenuidade ao “conhecimento do mundo”. No caso de “A coruja e a águia”, especificamente, tem-se um monologismo em torno da seguinte moral/tema: “Para retrato de filho, ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece”. A história relata o seguinte caso: uma coruja pediu que uma águia não comesse seus filhotes, descritos pelo seu olhar materno como lindos e graciosos. A águia aceita o trato de paz, mas acaba inocentemente comendo os pequenos entes da coruja pelo simples fato de não achar belos os filhotes que encontrou em sua caçada, concluindo não serem eles os da ave “amiga”. Desse modo, o objetivo do texto e seu principal argumento corporificado na “moral da história” é fazer os alunos entenderem que pessoas se vêm de modos diferentes. A atividade como um todo ainda se desenvolve para que o aluno reconheça o conceito do gênero fábula (narração curta que transmite um ensinamento e cujos personagens são animais representativos de tipos humanos), bem como identifiquem a sua estrutura formal (duas partes subsequentes, consistindo a primeira no relato da história propriamente dita e a segunda na moral a ser “assimilada”).

CADEMARTORI, Ligia. O que é literatura
infantil. 7. ed. São Paulo: Brasilense, 2006.